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    Gostaram da piadinha? Meu amigo Dudu veio aqui na clínica nesta semana (final de Abril, começo de Maio de 2007) com uma câmera e eu contei esta piadinha pra ele e pra minha colega Manu, que estava ao lado dele.
    Acima, um vídeo meu na aula de sapateado. Gravado dia 28 de Março de 2008.clica aí no símbolo do Youtube para ber o vídeo em versão maior.

    Abaixo, alguns banners do meu site, feitos por quem? por quem? pelo meu webdesigner, claro. Por favor, se você tem um blog, escolhe um deles, pega o código, cola no seu site e me avisa. Pusemos a linha de comando pra você inserir no código fonte do seu site:
    <... basta copiar o código da caixa abaixo:
    <.. pode pegar a linha de comando da caixa a seguir:

     

    Para se fazer escolhas...
    ...é preciso ter o conhecimento adequado.

     

     
    Durante alguns anos eu mantive um blog aqui no site onde eu escrevia sobre tudo. Mas quando o tempo ficou mais exigente, tive que escolher entre viver a vida ou ficar escrevendo sobre ela. Como eu queria as duas coisas, a decisão não foi consciente, por isso o blog termina com a promessa de que eu vou voltar a escrever nele. Um dia, quem sabe. Por enquanto você pode acessá-lo clicando no botãozinho preto aí em cima.

    .. se você chegou a esta tela e não vê o menu de navegação no alto, clique no botão ao lado para abrir o site desde o princípio. ...>

     
     

     

     

     
    nome s.m. 1. Palavra com que se designa pessoa ou coisa. 2. Apelido; alcunha. 3. Qualificação; fama; renome.

     

    ...O meu é Fernanda Breta, e eu sou uma pessoa, não coisa. Nasci no Canadá a 23 de Abril de 1975, vim para o Brasil com 1 ano e meio de vida e me estabeleci em Morro do Campo, Bahia. Minha primeira infância foi inteirinha só viagens alternando temporadas em Salvador e em Morro. Frequentando a casa dos avós e, claro, sofrendo um pouco com o novo idioma.

    Minha família, que é composta por: Meu pai (Arthur Breta, fotógrafo), minha mãe (dra. Vanessa S. Breta, médica e, recentemente, escritora) e meu irmão (Luke LeFlainet, arquiteto em Boston), hoje está separada geograficamente, mas naquela época todos nós viajávamos sempre juntos. Os pais biológicos do meu irmão morreram num acidente de carro em 1974 e minha mãe, que era amiga do casal, planejava adotar o menino e vir rápido pro Brasil, para que ele não tivesse que aprender português já depois de crescido. Então ela aproveitou a ocasião de um curso de cirurgia orto-alguma coisa, lá em Montreal, conseguiu uma bolsa de estudos para aprimoramento e eu lá sendo gerada na barriga dela. Se tudo corresse bem, ela voltaria para Salvador ainda em 75, eu nasceria em Salvador, meu irmão aprendereia português mais facilmente e beleza. Mas não foi isso o que aconteceu. Eu resolvi nascer prematuramente, atrapalhando os meses finais do congresso de medicina que minha mãe fazia. Então tivemos que ficar mais que o planejado, ela teve que ficar cuidando de mim e, depois de um tempo, se matricular na turma seguinte das aulas dadas no congresso. Nisso a cidade já estava empolgada com a Olimpíada de 76, que ocorreram onde??? ...em Montreal! Pois é, meu pai, fotógrafo, bateu o pé: vamos ficar mais alguns meses porque eu não posso perder a oportunidade de fazer estas fotos. E eu lá, aprendendo a falar francês como primeira língua!

    Em 79, quando saímos de Morro do Campo, nós fomos para Belo-Horizonte, onde aprendi a comer feijão e arroz e onde melhorei meu português. Na escola eu me divertia muito, porque falava inglês e  francês, e eu tinha apenas 4 anos! Muitas vezes a nossa "tia" vinha me perguntar pequenas traduções e eu me via no papel inverso: ensinando a professora. Claro que eu não dava aula, como eu disse eram pequenas traduções, mas com certeza isso foi um ponto marcante na minha vida porque desde muito pequena, talvez tenha a ver com eu ter sido um bebê prematuro também, eu me via resolvendo coisas numa postura de liderança. É desta época também que eu trago um grande tesouro: a minha amizade com a Adriana. Ela é uma pessoa incrível! Impossível você encontrar alguém tão especial quanto ela. Completamente doida varrida e ao mesmo tempo super disciplinada (você consegue imaginar? pois é, e estes opostos se casam muito bem, bem mais alta do que eu, imagina a peça!). Ainda nos vemos muito hoje, apesar de alguns desencontros de horário (ela foi campeã mundial de Karatê). Enfim, fiquei em Belo-Horizonte até os 15 anos, era 1990 e  eu,  Luke (que tinha só 18) e mais muita coragem  fomos morar sozinhos em Juiz de Fora. Fazíamos altas festas madrugada adentro. Isso durou apenas 1 ano porque meu irmão havia conseguido uma bolsa para ir para Harvard estudar arquitetura. E meus pais não quiseram me deixar morando sozinha. Eu não queria voltar pra casa deles de jeito nenhum e, como que força do destino, em 1991 a Adri (de BH) tinha se mudado pra Angra dos Reis porcausa do trabalho do pai dela, o tio Fritz (alemão narigudo e piadista de mão cheia), me chamou pra morar com a família dela e eu fui sem hesitar, hihihi! Angra é demais.
    No início de 92 me mudei pra São Paulo e ingressei na faculdade de veterinária da USP. Adriana também veio pra Sampa pra ganhar seus campeonatos de Karatê. Dividimos apartamento e, novamente, altas festas a noite, mas não podíamos varar as madrugadas porque eu também levava o curso de veterinária muito a sério e ela tinha que cuidar do corpo pros treinos. Em 93 me interessei por psicologia e abri uma loja importadora de CDs com a ajuda dos meus pais. Nesta época eu conheci a Zinha, que tem 182 pontos de QI!!! Sempre que eu preciso de um xingamento bem elaborado para homenagear alguém eu ligo pra ela, pergunto porquê ela não faz um teste para entrar na mensa e ela me dá o que eu quero. Foi através da Zinha que eu conheci a Camila e a Natasha, dentre várias coisas, são amazonas com quem eu viria trabalhar mais tarde. Em 1994, ainda estudante, comecei a estagiar na clínica onde trabalho hoje, a dra. Manuela fio a minha grande escola, se duvidar ela conhece até mesmo a fisiologia daqueles bichos esquisitos de Stars Wars... Ah, outra coisa importante, na verdade a mais importante de todas do ano de 94: o filho de um amigo meu de lá de Angra nasceu, e é o meu afilhado: o Luciano. Moleque boca-suja que eu amo de paixão. Me formei em veterinária em 97 e aceitando um convite já antigo da Camila, comecei a pensar em ver periodicamente os cavalos do haras dela, mas ainda muito modestamente. Pedi que guardasse a minha vaga, porque eu adoro montar, mas eu já estava pensando em fazer uma grande viagem pelo Mundo, uma espécie de comemoração pela formatura. Fui como mochileira pela Europa, Nepal (Tibet e adjacências), Austrália e Madagaskar.
    Quando retornei ao Brasil, final de 97,  fui cuidar dos cavalos de Camila pra valer. Nesse mesmo ano comecei meu namoro com Lulu, que durou até 98. Ele é o meu único ex-namorado que tenho contato até hoje.
    Eu nunca deixei de ir a Salvador, pros encontros com a família inteira, Natal, aniversários de primos, tios, avós e da tia Dani (tia-bisa Danielle Bretas 1898 - 2001). Em 98, numa destas idas a belíssima capital baiana eu conheci o André Leal, desenhista fantástico que faz quase tudo neste site para mim. Encontrando com essa figura na orla soteropolitana, pedalando, conversa vai, conversa vem, ficamos amigos. Ele não gosta muito que eu fale, mas ele é o cara mais criativo que eu conheço, e eolha que eu conheço muita gente! 1999 foi o ano em que ganhei meu carro, uma Parati azul, bem feinha...  nem uso muito, na mesma época a frota do haras da Camila foi renovada e eu me apossei de um dos carros, hihihi! Eu dirijo um blindado, putz! Em 2000 comecei a fazer este site (caramba, o tempo passa rápido!) e fechei a loja de CDs, que estava me tomando um tempo precioso. Comecei a imaginar como seria abrir a minha própria clínica veterinária, tracei planos para abrir uma em 2003...
    Logo no começo de 2001 meu irmão veio morar no Brasil de novo, ficou 2 meses aqui em casa, enquanto procurava um apartamento para ele e essa foi a melhor fase do ano! Bateu uma saudade danada de quando vivíamos em Juiz de Fora... bom, então ele achou um apartamento (felizmente bem perto de mim) e ficou lá.
    Em Julho eu dei uma passadinha em Salvador para participar de algumas coisas na SBPC, que nesse ano teve também a vertente "SBPC Cultural". Foi ótimo, o melhor de tudo é que revi o André, e nós participamos do site do evento: dei uma entrevista pra eles sobre a minha visita à SBPC, eu estava aqui afim de ver palestras sobre psicologia e tal, e ao invés de uma foto, puseram um desenho meu! Digo assim, um desenho que o André fez de mim, lindo! Meses depois o Brasil entrou "no escuro" e Luke estava ponderando voltar para Boston, claro... mas aí (acho que para minha sorte) NY é atacada e meu irmão decide ficar mais um pouco aqui na paz mesmo. Que ano movimentado! O dólar subiu e ele desistiu de continuar aqui, o que me gerou um ódio quase que pessoal pelo PT. Tive um rolo com o baterista da banda de Natasha, apagão, World Trade Center, acidente lá na clínica com Joãozinho, acidentes no meio musical... Graças a Deus que pra mim foi ótimo! Eu até vendi a minha Parati feinha!
    2002 foi o ano em que eu tive um encontro esquentado com a irmã da Manu, a Kelly, e que pela primeira vez virou roteiro para história em quadrinhos. Se você ler a história (que está na revista Front número 13) vai ver uns tapas, dedo na cara, seqüestro relâmpago cometido por mim (olha isso!) e tal, mas a minha briguinha com a Kelly Jelly Belly foi bem menor. Nos quadrinhos o André deu uma aumentadinha nos fatos pra tornar a história com mais cara de quadrinhos, compra a revista pra você ver do que eu tô falando. Bom, então 2002 já era véspera do ano em que eu planejava abrir minha clínica. Você se lembra do chamado risco-Brasil? A Regina Duarte e o medo do Lula ser presidente? O dólar disparou e eu recolhi a minha própria clínica a "planos futuros a longo prazo". É a vida...
    2005
    Este foi um ano "diferente" porque fiz 30 anos. Mas pra falar a verdade, nada muda. Talvez antigamente, quando Balzac ainda era um jovem estudante do comportamento feminino, 30 anos significasse uma idade especial para a mulher. A expectativa de vida de uma pessoa era muito menor que a de hoje em dia, e uma gravidez aos 40 era um risco. Mas tudo mudou, as pessoas começam a namorar mais cedo e a se casar mais tarde (se é que ainda se casa), vive-se mais e melhor e mulheres que ganham bem, moram sozinhas e não têm filhos já não são mais um negócio tão raro. Outro "detalhe" super importante de 2005 foi a oficialização do meu rolo com o Danibê. Não nos casamos, Deus me livre, só começamos uma coisa mais séria. Até fomos para Curitiba curtir um "cometa de mel". A Lua é muito devagar, cometa é mais... mais... mais... mais... aahhhhh yeessss!!!
    Hablas espaõl? Mais ou menos no começo de 2006 fui a um congresso de veterinários em Barcelona, que eu ainda não conhecia. Me encantei com a cidade, Las Ramblas, o Parque Guell, A Sagrada Família, é um lugar com personalidade. O evento do qual fui participar foi ótimo, fiz muitos contatos interessantes e um deles foi o que me deu a possibilidade concreta de fazer uma das viagens que eu mais tinha vontade de fazer há uns 10 anos: o Burning Man. Lá no congresso eu conheci o Gerald, meio tatuador e meio empresário. Ele freqüenta o Burning Man há anos e tinha certeza de que iria em 2006. Eu não pude, mas comecei a me programar para ir no ano que vem.
    E quando 2007 começou, eu já estava juntando uma grana em dólar pra ir ao Burning Man. Fui atrás de passagens e parceiros pra viagem. Chamei a Zinha, ela topa tudo! Fechei com o Gerald do congresso de vets e pronto. Cara, fui ao Burning Man! O evento mais importante do ano, pra mim, definitivamente, um troço marcante para toda a vida.
    2008
    O ano começou bem demais!!!
     
     
     
     
       
      
     
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